sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

" Breve História das Minas Gerais".

. Em 1780, o governador da capitania de MG, Dom Rodrigo José de Menezes, (Conde de Calveiros) desejando melhorar a fiscalização do "Quinto", viajou pelos sertões circunvizinhos da Mantiqueira, pelas vertentes do Rio Paraibuna e nascentes do Rio do Peixe, onde havia notícia de faisqueiros de bom rendimento e que o extravio do ouro era grande, através da Serra do Ibitipoca, tendo encontrado alguns sitiantes nas proximidades do Caminho Novo. Mandou Francisco Antonio Rabelo, para examinar a região e outras matas gerais da Mantiqueira abaixo e procurar meios seguros de se impedir extravios de ouro. Rabelo informou que vários moradores do referido caminho haviam feito roças, paióis e aberto caminhos para dentro do sertão proibido, por onde poderia quem quisesse, passar sem encontrar patrulha. No ano seguinte (1781) o governador determinou a Tiradentes que fiscalizasse tais caminhos nas margens do Rio Preto sua travessia para o Rio de Janeiro. Ainda no final do século XVIII foi o Registro de Rio Preto, constituindo-se no segundo caminho para o Rio de Janeiro. Até 1800 o local era chamado de passagem do Rio Preto, ligado a Conceição de Ibitipoca, na comarca de Rio das Mortes. A mineração dessa região foi efêmera com o esgotamento rápido das jazidas. Passando automaticamente á atividade agrícola e pastoril, como havia autorizado o governador Rodrigo de Menezes. Mas a marca urbana da mineração ficou gravada nas paisagens de Conceição de Ibitipoca, Rio Preto e Santa Rita de Ibitipoca. ( Antonio de Paiva Moura.)

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Arquivo Público Mineiro.

Ponte.
Sobre o rio Preto na vila do mesmo nome-depois de concluída e paga foi necessário colocar duas ordens de grades nas entradas, que estão contratadas por.....

terça-feira, 14 de julho de 2009

Tereziano Fortes Bustamante e Maria Tereza Fortes Bustamante


Retratos encontrados no Salão Nobre da fazenda de Santa Clara. " Solar dos Fortes".

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

quarta-feira, 22 de outubro de 2008





Rio Preto ressentia-se a falta de uma igreja que primasse pela sua feitura, substituindo aquela capela dos tempos da Passagem do Rio Preto, que achava-se no meio do cemitério. Era muito pobre.“Francisco Tereziano Fortes", filho do segundo guarda-mor de Registro, herdeiro de grande fortuna, senhor da fazenda de Santa Clara, legou, em testamento, certa importância e quantidade de arrobas de café, para construção de um. novo templo. E seus herdeiros assim o cumpriram. E a 26 de setembro do 1860, realizou-se a inauguração da nova Igreja Matriz, templo vasto e de belo aspecto.Com esta obra despendeu a baronesa do Monte Verde, dona Maria Teresa de Souza Fortes, viúva do Tereziano, a importância de duzentos contos.Foi auxiliada, também, pelo seu irmão Carlos Theodoro de Souza Fortes, barão de Santa Clara.O Vigário da Freguesia, Padre Martiminiano Teixeira Guedes, muito esforçou-se, também, para o feliz término das obras.Ali, próximo ao altar, existem os restos mortais desses três benfeitores e, na sacristia, os retratos a óleo, dos construtores do templo, homenagem prestada pelos seus contempo­râneos.
A baronesa de Monte Verde que, mais tarde, em 1867, foi agraciada com o título de viscondessa do Monte Verde, recebeu, no dia da inauguração, grandes homenagens.




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Histórico de Rio Preto. José Marinho de Araújo 1937

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Santa Rita de Jacutinga, MG, Brazil
Ao documentar essa História, gostaria de que chegasse a todos colorido e com maiores detalhes. Foi sugerido que fizesse um apoio. Daí resolvi editá-lo e manter esse documentário sempre o possível atualizado constantemente.

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